Re: Mensagem de um comediante aos ateus

 

Esta é uma longa história, então separe algum tempo para ler ou esteja pronto para ler em partes. David Smalley é um radialista dos Estados Unidos, e apresentador do podcast Dogma Debate há vários anos. O objetivo do referido programa é conversar sobre idéias dogmáticas, que normalmente são religiosas, com um ou dois convidados com conhecimento e/ou experiência no assunto do dia.

Num programa recente, ele recebeu o comediante Jay Mohr, que não tem expressão no Brasil, mas que aceitou a tarefa de deixar uma mensagem após o programa para os seus ouvintes. É uma carta extensa, que eu traduzo abaixo (eu tenho essa mania de dar a fonte completa e preferencialmente acessível para meus leitores, e traduzir isso deu um baita trabalho, faça-me o favor de ler com atenção), e o que me saltou aos olhos é como ela é recheada de argumentos que ouvimos no dia-a-dia, mas raramente tão concentrados. Eu destaco-os e comento como a maioria deles é extremamente tolo. Sem mais delongas…

Eu sou cristão. E eu sei que você é um ateu. Você me contou. Escreveu-me.

Eu o ouvi dizendo a alguém. Está no seu nome do Twitter. O nome da sua reunião semanal. Sua noite de pôquer. Seu podcast tem a palavra “ateu” nele.

Bordado na frente da sua blusa de softball (n.t.: como o nome na camiseta de futebol) está algo secular como sem fé ou sem deuses. Seu time de futebol de no videogame tem um nome como ‘Ave Marta’.

Para entender como este trecho é uma idiotização de dois problemas importantes, resumo da seguinte forma: ateísmo não é uma religião, um conjunto de dogmas ou costumes; não se pode dizer que todo ateu é como alguns ativistas são retratados. E recomendo assistir ao resumo do YouTuber Alex O’Connor (Cosmic Skeptic) do encorajamento da normalização do termo no vídeo abaixo (em inglês e sem legendas, sorry; posso esclarecer se houver demanda). Agora, se algo assim é negativo, porque falar só dos ateus? Por que não criticar os cristãos que fazem o mesmo, da mensagem diária à camiseta, das várias reuniões semanais ao adesivo no carro? Lembre-se disso mais tarde.

Eu contei ao meu amigo David Smalley, apresentador do Dogma Debate, que eu queria mandar uma mensagem a todos vocês. ENtão ele perguntou se eu escreveria um post de blog para ser lido pela sua audiência.

O podcast de David é muito importante. Ele é um investigador e digno de uma audiência enorme. De ouvintes como você.

Eu aprendi ouvindo ao Dogma Debate que você é o 4º ouvinte, a espinha dorsal, os ouvidos cobiçados para algo tão importante quanto as discussões profundas e às vezes acaloradas que David apresenta.

Então quando David pediu-me para escrever meus pensamentos a serem publicados aqui, minha resposta foi “Absolutamente. Sim, eu o farei.”

E estou muito feliz por você ainda estar lendo isso e não ter me dispensado para o espaço onde meu “Papai Celestial” vive ao lado do meu unicórnio mágico.

Novamente, o estereótipo falso. Eu entendo que Deus (note o uso proposital do D maiúsculo) é uma fantasia conveniente, e posso demonstrar de diversas formas. Mas não só não vejo todo cristão como sabendo que Deus é um personagem imaginário como estou disposto a ouvir os seus motivos para acreditar nele — e até mudar de crença caso eu esteja errado.

Quando olho para a lista de convidados que apareceram no Dogma Debate, fico surpreso por ela ser, na sua totalidade, binária. Pessoas de todas as origens, diferentes cidades, idades, sexos, ouvintes e acadêmicos, todos separados em duas categorias.

Ateu ou Religioso.

Contudo, parece mais ser: Certo ou Errado.

Posso dizer ao olhar quem é o convidado (Certo ou Errado) a que tipo de hora ouvirei.

Argumentando ou concordando. Refutando ou validando. Cara doido ou cara que entende.

Para mim, um dos maiores problemas — se não O maior — da religião é o que notei sobre essa lista de convidados.

Ela é BINÁRIA.

Há muito para destrinchar aqui, então aguentem um pouco.

Quando escuto ateus e cristãos discutirem, fico impressionado com o quão pouco cada lado de fato escuta o outro.

Ambas as vozes ficam mais altas conforme a conversa continua. Perguntas simples são respondidas com “Deixe-me responder sua pergunta com uma pergunta” (GRRRRR).

Um pequeno item num longo parágrafo será analisado e dissecado à exaustão até deixar os dois lados confusos quanto a como chegaram tão longe nos detalhes.

Mas os ouvintes nunca estão confusos.

Um cara está certo, não importa o que diga. O outro cara está errado, não importa o que diga.

Não sei se você notou, mas fica claro que Mohr não entende a natureza do debate, que é parte do nome e da proposta do programa. Para um debate acontecer, você precisa de dois lados opostos. Um debate começa com uma proposta BINÁRIA. Se ele escutasse o programa pelo menos de vez em quando (como eu), saberia que nem sempre existe essa característica da imutabilidade de opiniões, especialmente do David. Certa vez ele recebeu um defensor da idéia de moral subjetiva e terminou o programa concordando com ele (não lembro quem era o convidado). Depois recebeu Matt Dillahunty defendendo moral objetiva e mudou de idéia. E finalmente juntou os dois convidados para tirar a prova.

Mesmo que existam — e existem — ouvintes que não mudam de opinião, isso não serve de medida para o propósito do programa, alcançado não só no apresentador como em muitos ouvintes. Agora, à opinião que não muda porque é valiosa demais chamamos dogma. E é exatamente o que o programa tenta desfazer.

E como é que se desfaz dogmas? Analisando as propostas, destrinchando significados, discordando, argumentando e apresentando evidências em busca do que a realidade tem a mostrar. E a atenção às minúcias pode servir tanto para argumentar corretamente quanto para fugir do argumento. É inútil dizer que a atenção às minúcias é inútil sem observar seu propósito.

Independentemente da veracidade de um ponto, ou da significância histórica do outro, ninguém parece ser flexível em sua crença. Claro que falo em superlativos para argumentar mas o argumento em si permanece sem resposta.

Por que sempre uma discussão?

Tanto o cristão quanto o ateu correm dos portões como num torneio de cavaleiros. Uma batalha de rancor intergalático.

Bandeiras GIGANTES entram na arena muito antes dos indivíduos.

Lanças enormes seguem as bandeiras e nelas se lê JESUS SALVA ou NÃO HÁ DEUS.

Finalmente, os competidores entram atrás de muita fanfarra e fazem o seu melhor para derrubar um ao outro do cavalo, longe da sua bandeira e sobre seu traseiro.

BINÁRIO. Não está funcionando.

Ao se pedir para provar o que não pode sê-lo, o cristão sempre acabará no seu traseiro.

O ateu sempre será vitorioso nesses duelos.

Se você é um ateu, pode estar pensando: “Então ESTÁ funcionando, o cristão acabou de ser derrubado.”.

Certo, o cristão está ensanguentado, partido, e feito de bobo.

Minha pergunta aos ateus é simples: O que você ganhou?

Raramente o religioso sai do debate com uma mente mudada e lança sua fé na lixeira mais próxima.

E mesmo que o fizesse, qual foi sua vitória? Um crente a menos?

Não estou sendo sarcástico, estou genuinamente em dúvida.

Veja quantos parágrafos gastos com algo que é simplesmente falso. As pessoas mudam de opinião, e eu estou aqui para provar isso, como muitos outros. A exposição de uma crença como dogma não serve para mudar a cabeça de quem detém a crença, mas de quem ouve ela sendo defendida como dogma e não como conhecimento. Matt Dillahunty explica muito melhor que eu, só que em inglês novamente…

Ou como Peter Boghossian recomenda (A Manual for Creating Atheists), o cara com a opinião não dogmática deve estar disposto a mudar de posição de acordo com os argumentos e evidências apresentadas. E eu já vi, como mencionei, David mudar de opinião de acordo com o que seus convidados apresentaram. O problema não é e nunca foi o fato de o cristão acreditar e o ateu não, e sim o quão bem as pessoas formam suas opiniões, independentemente do lado em que estão.

Como disse, há muito que dissecar aqui então deixe-me trocar de malas e contar meu ponto de vista pessoal sobre religião.

Antes que você possa mandar memes da Caça às Bruxas de Salem ou da Inquisição, eu, como você, sei que a religião foi a maior razão para assassinatos e confusão no nosso planeta.

Eu também sei que religião não é FÉ. Religião não é CRENÇA. A Bíblia não foi escrita por Deus.

Ninguém começou a escrever o que é conhecido como a Bíblia mais de 65 anos depois dos eventos no livro aconteceram.

Isso seria como escrever o livro absoluto sobre a Guerra da Secessão hoje à tarde.

Minha Fé, minha crença em Deus, e a impossibilidade do mundo ao meu redor NADA tem a ver com a Bíblia ou religião. Às vezes eu levo minha Fé apesar da Bíblia.

Note que aqui Mohr admite que ele inventa a própria religião, seu próprio conjunto de regras para crer. É a definição mais desonesta de dogma que pode existir. E ele faz isso deliberadamente e não porque é compatível com a realidade, mas porque é cômodo. Veja como ele admite isso com todas as palavras a seguir.

 

Já fui chamado de católico de cafeteria (n.t.: o equivalente a “não praticante” no Brasil, mas com sentido pejorativo) e levo como elogio.

SIM, eu escolho no que acreditar. Para mim, é para isso que o livro serve.

Eu rejeito a noção de que Jonas viveu no cu de uma baleia por uns dias.

Eu não acredito em Adão e Eva, nem no Jardim do Éden. Se acreditasse, também acreditaria que duas pessoas popularam a Terra com crianças que provavelmente sofreram de problemas genéticos devido a incesto.

Sou um cristão porque amo os ENSINAMENTOS de Jesus Cristo. Sou budista porque amo os ENSINAMENTOS do Buda. Sou um investigador, porque tenho uma necessidade insaciável por mais conhecimento e informação de pessoas que não pensam como eu. E você?

O primeiro dever de um professor é falar a língua do aluno. O único dever do aluno é ESCUTAR.

Então eu escuto. E ao permanecer quieto, e abrir minha mente e coração, eu aprendi mais sobre ateísmo em quatro conversas com David Smalley e Pen Gillete do que numa vida inteira perguntando pelo caminho.

Só uma nota, apesar de achar que toda linha escrita por Mohr tem sérios problemas: todo aluno precisa um dia deixar de sê-lo e questionar tudo que ouve ou já ouviu. A criança cresce e deve parar de se comportar como aluno, ou tudo que fará será defender as palavras, os dogmas, do professor. Mohr claramente ainda não cresceu.

Pessoas ardentes e passionais na sua religião provavelmente acabaram assim porque precisavam de ajuda.

Precisavam de realinhamento. Talvez estavam perdidas, sentindo-se mal e procuraram desesperadamente por um lugar que lhes desse instruções BINÁRIAS.

Religião é perfeita para o perdido porque tem um conjunto de regras e crenças pelos quais viver já ajustados.

A pessoa que precisava de realinhamento tem milhões de colegas que pensam o mesmo e finalmente vêm significado para suas vidas.

Infelizmente, parte deste significado é o malfadado dever de “COMPARTILHAR” sua religião.

James Thurber disse, “coisas lindas não precisam de atenção”. Se seu amor por Cristo é tão grande e poderoso que salvou sua vida, você não deveria ser impulsionado a bater na porta de um estranho para explicar tudo a ele.

Isso não é compartilhar, é recrutar. Recrutar é, no longo prazo, arrecadar dinheiro.

Só duas vezes na Bíblia Jesus perde a cabeça, e em ambas é enquanto está num templo, por causa de dinheiro.

O fato de Cristo ser RIGOROSO ao ver os comerciantes se perde para quase todos os cristãos. Em particular para os ricos.

Minha campainha tocou algumas vezes e os horríveis palhaços do “Você já ouviu a grande Palavra?!” estavam lá.

Eu digo, “Já ouvi e não, obrigado”.

O que eu não tento fazer é explicar para eles, passo a passo, batida a batida, e de verso em verso, porque eles estão errados e eu estou certo.

“Coisas lindas não precisam pedir atenção”. Minha Fé é linda para mim. Eles que se fodam e saiam da minha propriedade e sigam em frente.

Ateus, gentilmente, não batem de porta em porta para explicar porque cristãos estão errados e por isso agradeço.

Mas a pergunta que permanece para mim, é qual é a vitória em reverter o sistema de crenças de uma pessoa que funciona para elas, lhes dá estrutura e propósito, as mantém fora da cadeia, ou lhes dá motivação para servir?

Uma observação simples: pessoas sem religião são presas com menor frequência onde existe liberdade de credo. Desafio você, caro leitor, a pesquisar a respeito. Mas veja não só o desinteresse como  a clara noção de que a realidade é algo que não é comum a todos. Se alguém crê que alienígenas existem e isso faz com que a pessoa se comporte bem para ser abduzida daqui cinco anos, que mal tem?

 

Se eu pudesse resumir todo este artigo a uma única frase, seria a seguinte…

Você não acredita em um Deus (n.t.: aqui o uso do D maiúsculo é incorreto), eu acredito num Deus. Não entendo por que estamos discutindo.

Porque temos que viver em sociedade, e quando chegar a hora de tomar uma decisão que afete a nós dois, quero que ela seja baseada em fatos objetivos, em argumentos e evidências, não em um sentimento de que algo é lindo ou conveniente. E se cada um usar seu próprio método para chegar a conclusões ou seguir dogmas, a sociedade será separada de acordo com eles.

Embora o ônus esteja sobre o crente de provar um desconhecido, o fato é que nenhum lado sabe com certeza. Como ateu, você deve ter tanta prova de que não há Deus quanto eu tenho de que há.

Mohr mostra que não sabe de nada. Não há prova de que o sobrenatural não existe (porque não pode ser definido), mas com certeza há provas, e muitas, de que Deus (uso correto do D maiúsculo) não existe. É só pensar em conjuntos: se você estiver me procurando num grupo de pessoas e todas forem brancas, você saberá com certeza que eu não faço parte do grupo, mesmo sem conhecer os outros atributos de todos os elementos do conjunto. Com Deus é a mesma coisa: não sabemos quais são as características do sobrenatural, se é que existe, mas as de Deus com certeza não estão lá.

Não só isso, como ele desconsidera a chamada responsabilidade epistêmica; assim como você tem responsabilidade de se comportar bem, todos temos a responsabilidade de acreditar em coisas que são demonstravelmente verdadeiras. E nisso todo religioso falha.

Alguns cristãos provaram não serem muito espertos. Eles continuamente aparecem em podcasts e programas de TV e falam em coquetéis sem parar sobre como Cristo morreu pelos seus pecados.

Não foi bem assim.

Cristo, de acordo com a Bíblia, e perdoe-me por ser lógico ao usar um livro de referência de fato… Cristo morreu porque foi condenado por heresia.

Cristãos continuam sentando-se atrás do microfone do Dogma Debate para explicar passionalmente porque o homossexualismo é um pecado.

Eu pularei a heresia e amore sendo um pecado direto para os mesmos versículos bíblicos sem graça que eles citam para provar seu argumento.

Convenientemente, eles nunca são tão passionais sobre Ló fazendo sexo com ambas as suas filhas e populando uma cidade inteira com filhos incestuosos (Gênesis).

Repetidamente, o ateu dá uma surra no cristão nessas discussões. A única forma de um cristão um dia ganhar um Dogma Debate é simplesmente não aparecer.

Como no filme JOGOS DE GUERRA, a mensagem final do simulador de guerra nuclear é “O ÚNICO JEITO DE GANHAR É NÃO JOGAR”.

Se cristãos não estivessem sempre tentando explicar para você como você vai para o inferno, ou como você está vivendo da forma errada, ou tentando escrever legislação para controlar seu comportamente, eu não sei se veríamos um movimento secular tão poderoso e lobby como vemos hoje.

Meus amigos, somos muito mais interessantes do que nossas crenças ou a falta delas. Orar para um Deus não torna um único homem, mulher ou criança interessante. Não aumenta sua importância ou moeda social.

Eu não dou mais valor a alguém porque é religioso. Eu espero que você não pense menos de mim porque eu sou. Porque isso o tornaria estranhamente parecido com os cristãos em quem você passou anos batendo com uma vara.

Honestamente, não me importo com a religião de alguém. NEM. UM. POUCO.

Eu não tenho interesse no seu Deus. Nâo me importo se você tem um ou não. Se você não acredita em Deus, garanto, essa é a coisa menos interessante a seu respeito. Eu sei disso porque estamos na mesma tribo.

Concordo com Mohr na questão da irrelevância da religião para o valor de uma pessoa. Pena que os evangélicos e cristãos em geral, na sua grande maioria, e até a Bíblia, discordam dele. E não são os ateus que batem nos cristãos; isso talvez seja verdade no campo das idéias. Mas na vida real o jogo é invertido.

Você busca. Você é curioso e duvida. É cuidadoso e destemido. Você tem sede. Mais informação. Mais amor. Mais divertimento. Mais, mais, mais. (Você ainda está lendo, né?)

Há um evangelista que espuma pela boca e me diz pela minha TV que eu vou para o inferno por ser pecador. Esse cuzão nem me conhece e está em Vegas apostando sobre a minha salvação. Foda-se esse cara e seu terno caro e sua mulher que carrega sua água e corta a lenha para a conta conjunta.

Sem um programa de TV ou talvez o terno caro, os ateus que eu encontrei são igualmente intrusivos e espumam pela boca para dar a mensagem dos meus limites e vida falha.

OK. Digamos que o evangelista esteja certo e você realmente vai para o inferno. Importa se ele espuma pela boca? Digamos que o ateu esteja certo de que você não está aproveitando sua vida como poderia. Importa se ele espuma pela boca? Posso concordar que alguém deve ser comedido num diálogo, mas enquanto ouvinte não deveria importar como a mensagem é entregue e sim o seu conteúdo. Principalmente quando o babaca no poder resolve dar liberdade a charlatães para explorar o povo e ainda roubar do contribuinte (Dória, essa é com você)!

Sou tão grato a pessoas como David que têm a capacidade de simplesmente ouvirem. Ouvir minha verdade e tocar a vida com a de que o mundo ficará bem comigo e meu amog a Cristo nele.

Só para reforçar: minha verdade (relativismo epistêmico) é um conceito idiota e não se deve usar a palavra enquanto sinônimo de crença ou esperança se a intenção não for confundir a si ou a audiência.

Você pode não acreditar em um Deus mas conhece muito mais escrituras do que qualquer pessoa que já conheci.

Você pode não achar que o mundo foi criado divinamente mas você atravessa ele com alegria, e eu amo você por isso.

Quem quer que você seja, tendo lido este meu ensaio, agradeço por ser paciente e tolerante comigo.

Orarei por seu bem-estar e felicidade.

Simplemente porque quando estou só, calmo e com privacidade, é o que faço. E isso jamais deveria lhe incomodar.

Paz.. Amor… Gentileza… tolerância… boa sorte…

Realmente desejo-lhe estas coisas.

Que tortura! Espero, caro leitor, que você entenda que a má escrita e os palavrões são palavras escolhidas por Jay Mohr e não por mim. E peço perdão pelas referências em inglês, eu as coloco simplesmente porque a sua disponibilidade é maior e tenho mais familiaridade com elas, e de forma nenhuma a minha intenção é me gabar de qualquer coisa.

Finalmente, espero que veja como um conjunto de idéias falsas (o estereótipo do ateu, da discriminação, da motivação) e os erros filosóficos se combinam para criar uma visão completamente distorcida da realidade. E se você vir algumas dessas coisas nesse idiota chamado Jay Mohr, procure-as em si e ache um jeito de tirá-las. É o que tento fazer todos os dias.

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Sobre Henrique

Casado e com dois filhos lindos como os pais. Meio doido, mas legal.
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